Mais uma vez uma deslocação infeliz ao sem condições pavilhão do Pego. Que me perdoem os críticos que dizem que lá se disputa o nacional e ninguém se queixa e que são desculpas de mau pagador, é a minha opinião, campo muito curto e escorregadio não dá para impor velocidade e uma vez mais foi o nosso principal adversário, isso e... nós próprios!
O jogo até se desenrolou com naturalidade, com os problemas já mencionados, mas com o jogo apenas com um sentido, 15 remates do CADE á baliza defendidos pela GR adversária ZERO das Mouriscas, e assim acabava a primeira parte com um 0-0.
Face á injustiça carregámos muito e forçamos procurando o golo, que teimava em não aparecer. Do lado contrário apenas havia perigo em sucessivas simulações de faltas, jogadoras a mandar-se para o chão cavando faltas. Num remate de longe cruzado a Paty faz finalmente o golo que nos punha em vantagem. A reacção foi natural, e num erro nosso uma jogadora adversária aparece isolada tendo a Joana defendido bem mas fora da área, na sequência do livre, faltando 2 minutos para acabar as Mouriscas fazem o 1-1. Resultado muito injusto mas que reflecte também a falta de ambição e de percepção de algumas atletas do CADE neste jogo.
De positivo apenas se pode retirar a capacidade mental e fisica de algumas jogadoras que souberam aguentar a dor das coisas não estarem a correr bem e do ambiente estar a prejudicar o seu jogo, mas mesmo assim lutaram e muito. E da entrada da Carla para mais uma boa exibição, deixando a lição que a vontade, o querer e a humildade levam muito mais longe.
De negativo a apatia, falta de ambição, lentidão e demasiada preocupação com as opções do treinador em vez de preocupação em jogar o que sabem. As pessoas insistem em não correr, em não ler o jogo, não tirar partido de sair do banco com o jogo estudado, sem vontade e garra de virar o jogo.
O golo do CADE foi marcado por: Paty (1)
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
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